
SOBRE A ORQUESTRA SINFÔNICA DE SOROCABA
Mais de 76 anos de tradição musical, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Sorocaba

NOSSA HISTÓRIA
A Orquestra Sinfônica de Sorocaba (OSS), reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade desde 2023, carrega uma trajetória de mais de sete décadas de dedicação à música e à cultura.
Seu surgimento foi impulsionado pela efervescência cultural da década de 1940, culminando com a fundação da “Sociedade Cultural e Artística de Sorocaba”, responsável pela criação da OSS. A estreia oficial aconteceu em 3 de outubro de 1949, no antigo Cine Teatro São José, com 52 músicos sob regência do maestro Benedito Camargo.
Nos primeiros anos, a orquestra atuava sem sede fixa, com apresentações e ensaios em espaços emprestados. Mesmo diante de dificuldades financeiras e falta de apoio institucional, a OSS resistiu com entusiasmo, ampliando sua influência cultural. Em 1958, a Sociedade também fundou a Orquestra Juvenil e o Coro Sorocabano.




Na década de 1970, com o encerramento do ciclo de Benedito Camargo, a OSS passou por um período de inatividade. Em 1977, o maestro Pedro Cameron chegou a Sorocaba e implantou o inovador “Projeto Cordas”, que culminaria, em 1986, na transformação da Orquestra “Getúlio Vargas” na Orquestra Sinfônica Municipal de Sorocaba.
Em 1992, com a criação da Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba (FUNDEC), a OSS ganhou nova estrutura administrativa, voltando a ser chamada de Orquestra Sinfônica de Sorocaba. A partir daí, vivenciou fases marcantes com os maestros Eduardo Ostergren e Jonicler Real, expandindo sua atuação artística e pedagógica.
A inauguração da Sala FUNDEC, em 2007, foi um divisor de águas, proporcionando à OSS uma sede própria para ensaios e concertos. A orquestra intensificou sua programação e ampliou sua presença regional e nacional.
A gestão de Eduardo Ostergren (1993–1998 / 2010–2021) trouxe avanços técnicos e grande visibilidade. Durante a pandemia da COVID-19, a OSS manteve-se ativa por meios digitais. Em 2022, a regência passou a Eduardo Pereira, atual diretor artístico, que tem levado a OSS a novos públicos, palcos e projetos colaborativos.


LINHA DO TEMPO
75 anos de marcos históricos e conquistas
1940
Início dos movimentos para a criação de uma orquestra sinfônica em Sorocaba
1976
Maestro Benedito Camargo encerra seu ciclo de 27 anos na OSS
1949
Fundação da Orquestra Sinfônica de Sorocaba e estreia no Cine Teatro São José
1977
Chegada do maestro Pedro Cameron e início do "Projeto Cordas" na Escola Municipal Dr. Getúlio Vargas
1986
Oficialização da Orquestra Sinfônica Municipal de Sorocaba
1992
Criação da FUNDEC, que passa a administrar a OSS
1993
Início da primeira gestão do maestro Eduardo Ostergren
1999
Maestro Jonicler Real assume a OSS e fortalece a integração com projetos pedagógicos
2001
A FUNDEC ocupa o prédio do antigo Teatro São Rafael como nova sede
2007
Inauguração da Sala FUNDEC, casa oficial da OSS
2010
Retorno de Eduardo Ostergren à direção da orquestra
2021
Ostergren se torna maestro emérito; OSS enfrenta a pandemia com apresentações virtuais
2022
Maestro Eduardo Pereira assume a direção artística da OSS
2023
OSS é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Sorocaba
2024
OSS completa 75 anos de história

CONHEÇA OS MÚSICOS DA ORQUESTRA
Explore o talento dos artistas que compõem a Orquestra Sinfônica de Sorocaba. Descubra suas trajetórias e contribuições para a música sinfônica.

Eduardo Pereira
Maestro

Rodrigo Mozart
Violino

Abner Antunes
Violino

Alex Vasconcelos
Violino

William Cunha
Viola

Helena de Holanda
Violoncelo

Allan Texeira
Contrabaixo

Ellen Hummel
Oboé

Marcos Franco
Fagote

Vinícius Anghinoni
Trompa

Luis Felipe Agápito
Trombone

Luiza Calderon
Percussão

Vlamir Ramos
Spalla

Michael Nunes
Violino

Felipe Tonon
Violino

Alana Medeiros
Violino

Ana Paula Simon
Viola

Gustavo Mazon-Finessi
Contrabaixo

Mayra Mello
Piccolo

Valquíria Porciúncula
Oboé

Eliseu Nascimento
Fagote

Fernando Amadeu
Trompete

Rogério Alves
Tímpanos

José Carlos Netto
Violino

Vinicius Corrêa
Violino

Eber Santos
Violino

Felipe Oliveira Reis
Violino

Renato Cardoso
Violoncelo

David Muneratto
Contrabaixo

Fabiano de Campos
Flauta

Bruno Ghirardi
Clarinete

Nelson de Faria
Trompa

Fabio Mendes
Trompete

Rafael Peregrino
Percussão

Samuel Mello
Violino

Rogers Bertinotti
Violino

Rafael Pardo
Violino

Deivid Ortolano
Viola

Diego Alves
Violoncelo

André Yarmalavicius
Contrabaixo

Renato Silva
Flauta

Rafael Nini
Clarinete

Wesley Rodrigo
Trompa

Ianca Almeida
Trompete

Augusto Nogueira
Percussão















